Borges, o xodó de Valinhos

Fãs,

A tia Beatriz, fez novamente uma publicação sobre nós, agradecendo o carinho de todos os fãs que leram o artigo dela no jornal Notícias de Valinhos.

O mais legal é ver vocês trocando ideias e se conhecendo nos comentários da fanpage e do blog. Feliz pela repercussão e por 2013 estar sendo um ano de expansão da literatura felina.

Lambeijos, fiquem com o texto da tia Beatriz, pois o post hoje é dela e não meu!

Borges, o gato – @borgesogato

PROVA DE CARINHO

Hoje só há espaço para os agradecimentos. Alguém já ouviu falar em ‘agradecimento generalizado’? Pois é. Na semana passada usei, como referência, a história e imagens de ‘Borges, O Gato’ – página divertidíssima no Facebook. Assim que recebi o exemplar do jornal, fotografei tudo e postei no mural.
Não tinha dúvida de que os fãs gostariam da homenagem ao Borges. Sabia também que ‘ele’ ficaria animado. Mas foi melhor do que pensei! Até uma valinhense (Glaucia Berardi) e uma itatibense (Juliana Solito Ramalho) se manifestaram ao verem a capa do jornal estampada por lá!
O texto e as imagens que enviei foram publicados no blog, domingo à noite – um sucesso! E foi muito bacana responder às manifestações dos fãs. Tudo bem que são fãs do Borges. Mas não é que acabei ganhando uma fã e vários elogios?! Humildemente agradeço, mas preciso admitir – é muito bom… Quem gosta de escrever, gosta de ser compreendido, de ser relevante. Foi exatamente o que senti.
É por isso que hoje estão aqui, especialmente para os leitores do Notícias, as fotos da página do blog. E reforço o convite para visitarem a página do Facebook. Assim poderão ter uma melhor ideia dessa interação, tão cheia de diversão e informação!
Meus ‘agradecimentos generalizados’: ao editor deste jornal, pelo espaço que tenho aqui para publicar meus textos. Aos leitores de todas as semanas, em Valinhos e arredores. Aos meus pais, que me ensinaram a amar gatos desde sempre. À minha filha, que não desistiu até que aceitasse termos uma gata em casa (na época os sofás eram novos!). À minha irmã, que foi com ela buscar a gata no dia da adoção. Aos sites que disponibilizam orientação aos que desejam adotar animais. À nossa gatinha Tapioca, que me reaproximou da Gatidade e de outros humanos com gatos. Aos fãs do Borges, e outros tantos gateiros, tão receptivos e calorosos. Ao próprio Borges, tão generoso – dividiu comigo espaço e fãs, sem sequer me conhecer. Enfim, muito obrigada.

BEATRIZ SAUERWEING
530724_549243901752421_2093595548_n

foto da matéia

314106_549139531762858_973970405_n

Foto da edição do jornal

Anúncios

Periodicamente Borges por Beatriz Sauerweing

Fãs,

O bom de ser um gato letrado é que meus fãs são pessoas também mui letradas. O bom de ser gato simpático é que meus fãs são também mui simpáticos. O bom de ser gato é que meus fãs também são mui gatos e gatas. Uma tia minha que todo dia me curte, manda mensagens afetuosas e carinhos virtuais é jornalista do Jornal Notícias de Valinhos, que é distribuído em Valinhos, Vinhedo e Louveira – cidades do interior de São Paulo, próximas a Campinas. Ela, numa demonstração felina de amor e fofurice, resolveu acariciar minha barriga à distância e me arrancar ronrons com um textinho sobre mim no jornal. Obrigato, tia Beatriz por este texto. Obrigato fãs que me leem e que me dão inúmeras demonstrações de afetos diárias em forma de curtidas, mensagens, visitas e de atenção. Espero estar sempre pertinho de vocês,  já que não posso me esfregar em vossas pernas, espero retribuir lendo todos os comentários e participando com vocês desta história que estamos escrevendo juntos.

Ass.: Borges, o gato

Abaixo, o texto da tia.

LIVROS E IMAGENS, FATOS E FOTOS

No meu trabalho, como escritor, eu só fotografo em palavras, o que vejo… Meus dias, meus anos, minha vida viu altos e baixos, luzes e trevas. Se eu escrevesse só e continuamente da ‘luz’ e nunca mencionasse o outro, então como artista eu seria um mentiroso.” – Charles Bukowski” (escritor alemão)

Está tudo interligado. Os textos são palavras que descrevem imagens, fatos. Narram histórias verídicas, inventam a ficção possível e a impossível. De letra em letra, palavra em palavra, frases se formam e o leitor imagina, visualiza, vislumbra.
As imagens e as fotos se traduzem em textos, que criam outras e mais outras fotografias e filmes na mente, num círculo infinito de imagens e textos. E tudo nasce do anseio, do sonho, das viscerais necessidades de ser e pertencer – características tão humanas!
Nesta semana foi o Dia do Leitor e o Dia do Fotógrafo, respectivamente nos dias 7 e 8. Leitores, quase todos somos, de um jeito ou de outro. De uns tempos para cá, com a popularização das câmeras digitais, a maioria quase se sente fotógrafo – quase… Mas como em tudo que acontece, o lado bom é a intimidade que tem se criado entre textos e imagens – independente da qualidade dos materiais produzidos, já que há de tudo, um pouco.
Nas redes sociais vemos os melhores exemplos dessa interação. Um deles é uma página do Facebook chamada ‘Borges, o gato’ (também tem Twitter e blog). São, ao mesmo tempo, personagens reais e fictícios, pois Borges é um gato branco que existe mesmo e se transformou em personagem. Ele ‘lê’, ‘escreve’, ‘filosofa’! Tem uma irmã preta, que é ‘a Gata Christie’ e seu tio rajado ‘Mário Grey’. E, lógico, a família de humanos – apenas figurantes. Os textos são ágeis, divertidos, criativos e inteligentes, assim como as imagens dos felinos e suas peripécias. O sucesso é grande e o número de ‘curtidores’ da página aumentou muito nos primeiros dias de 2013. Vale acompanhar! E como a Humanidade está um tanto difícil de aturar, conhecer um pouco mais da Gatidade pode abrir novos horizontes!

BEATRIZ SAUERWEING

Notícia de Valinhos  Borges, o gato

Essa é a página com a reportagem sobre mim

Capa do Jornal Notícias de Valinhos

Essa é a capa dessa edição do jornal

Família que pega carona na fama ou sou um gatinho bom que divulga os outros

Fãs,

Li uma vez uma história de um rei chamado Midas que tocava nas coisas e transformava em ouro. Embora eu não dê valor nenhum ao ouro, sei que os humanos gostam muito, então achei que midas deveria ser muito sortudo, pois poderia ser o homem com mais ouro do mundo. Só que no fim da história, descobri que Midas ia transformando em ouro tudo que tocava: a comida, a água, as pessoas que amava. Ou seja, o que era bom, virou ruim! Ser famoso é assim também, a gente batalha, fica multimilionário, é convidado para estrelar todos os filmes de Hollywood, querem fazer versão nossa na Disney, mas aí vem a irmã e o tio juntos querendo pegar carona na fama.

Antes as tias da Amigo Não Se Compra vinham pedir textos comigo, fotos minhas… agora elas dizem que fiquei muito caro, aí o que elas fazem? Vão pedir coisas pro Mario Grey que está cobrando só 10 por cento do meu cachê, este gatinho aproveitador! Agora tá lá o Mario Grey desfrutando o do dia de fama dele na página da Amigo Não se Compra e um monte de fãs minhas se vendendo pra ele! Traidoras!

*******

Fãs,

Desculpem, mamãe chegou aqui do meu lado neste momento, me deu um esporro e mandou eu parar aquele texto inicial ali de cima. Ela disse que estou ficando muito pretensioso e arrogante com a fama. Ok, vou tentar de novo:

Olha que legal, pessoal, meu tio Mario Grey indo além do sucesso do meu blog está saindo num post da Amigo Não Se Compra. Que bom que meu sucesso está ajudando a divulgar outros gatinhos e a adoção!  Nesta postagem, vovô fala sobre sua relação com os gatos de uma forma geral e como é sua relação com o Mario Grey, tá imperdível. Claro que vocês vão ler, né? Para quem não sabe, o Mario Grey era um daqueles gatinhos de Sulacap que vocês viram em postagens anteriores por aqui.

Gostou agora, mamãe? Cadê o petisco que você prometeu?

CLIQUE AQUI PRA LER: http://site.amigonaosecompra.com.br/mario-grey-e-o-homem-que-nao-gostava-de-gatos/ 

Escrevendo pra fora 4

Fãs,

Eu, Borginho, fico tão feliz em escrever para novos leitores e para meus sempre leitores: vocês. Mais uma vez, as tias do Adote um gatinho me chamaram e fui lá. Para minha surpresa já tem gente pedindo livro meu em parceria com eles, hehehe. Olhem isso:

Eu adoraria escrever um livro para vocês! Espero que um dia realizemos este sonho. Enquanto isto, fiquem com o meu novo texto na adote um gatinho que colo abaixo:

Um domingo felino

Fãs e novos leitores,

Um gato é como o sol, o dia começa quando ele acorda. Aqui em casa também é assim. Eu sou o primeiro a acordar, dou uma lambida na água assim como um humano toma uma xícara de café, depois lambo as patas e levo ao rosto para tirar as remelas. Olhos desimpedidos, leio o jornal. O próximo passo é acordar a Christie que está sempre dormindo de barriga pra cima em um buraco qualquer. Eu consigo encontrá-la seguindo o som do ronco. Depois, vamos os dois até o quarto dos nossos pais. A porta é de correr, torna tudo mais fácil. Coloco duas unhas da pata direita para fora, enfio no espaço entre a porta e o batente e puxo, clec. Ela abre. Mamãe dorme do lado direito, papai dorme do lado esquerdo. Christie e eu disputamos quem vai ter o direito de deitar em cima da mamãe. Tiramos sempre no par ou ímpar e eu, claro, ganho. A Christie ainda não reparou que eu sempre coloco os números depois. Melhor assim. Pra ela, sobra sempre o papai.

Quando já estamos quase pegando no sono de novo, mamãe acorda. “Ai, Borges, já veio você me acordar, hoje é domingo.” Mamãe fala como se fosse brigar, mas eu sei que essa é a forma dela de dar bom dia. Ela me carrega no colo, abre a torneira do banheiro, eu tomo mais água, depois ela me dá comida. Papai e Christie acordam com o barulho da ração caindo na tijelinha. Na verdade, a Christie acorda, se espreguiça enfiando as unhas na barriga do papai, aí sim é que o papai acorda. De manhã, mamãe gosta de contar as coisas com as quais sonhou e de comer pão quentinho. Papai senta no sofá, pega o seu cachimbo, carrega com detergente e fica fazendo bolinhas na janela. Outro dia, papai fez uma bola de sabão tão gigante que a Christie conseguiu ficar dentro dela e flutuou por uns 3 segundos. Amo as manhãs com meus pais, pois tem cheiro de pão com manteiga, gosto de ração de carne e ainda podemos ficar apoiados na redinha da janela vendo as bolinhas de sabão voar que nem saborosos passarinhos.

Pouco antes da hora do almoço, enquanto todos nós conversávamos sentados no sofá, a Christie que não sossega nunca, pisou no controle remoto e ligou a televisão.  Que tamanho azar, pois a TV ligou no canal de um sujeito de roupa engraçada e voz letárgica que dizia que os gatos são traiçoeiros. Mudei de canal na mesma hora e surgiu um menino que era entrevistado e contava como foi ser arranhado por gatos e de sua alergia a pelos de gatos e também como era sofrer de toxoplasmose. Apertei de novo o botão e caí num seriado de televisão em que uma vilã de cabelos despenteados arrancava pelos de gato preto para fazer uma magia negra. Mudei de canal, pela última vez, e um sujeito, de terno e gravata, frisava olhando com uma mirada científica para a câmera: “gatos são apegados a casa e não aos seus donos!” Desliguei a TV ofegante. Papai, mamãe, Christie e eu, estávamos mudos e não conseguimos trocar palavras. Almoçamos em silêncio.

Nesta mesma tarde de domingo, papai e mamãe tiravam uma soneca da tarde, enquanto isto, eu escrevia, com a ajuda da Christie, uma carta de pedidos de desculpas. A carta dizia o quanto nós amávamos muito nossos pais e pedia perdão por sermos tão violentos, contagiosos e traiçoeiros. Christie sugeriu também que a carta dissesse que queríamos muito ficar ao lado deles e que se algumas vezes brincávamos de arranhar o sofá, dormir em cima das prateleiras ou debaixo da cama, isso não significava que éramos mais apegados a casa. E acrescentou: “coloca um pedido especial de desculpas por mim, Borginho, pois eu além de ser gata ainda sou preta.”

Novamente acordamos nossos pais. Entregamos a cartinha. Mamãe leu em voz alta no quarto e chorou. Achei que ela fosse colocar a gente pra fora já que tínhamos consciência do mal que fazíamos e da ameaça que somos. Só que mamãe rasgou a carta em picadinho, jogou pro alto e deu um abraço na Christie e em mim ao mesmo tempo. Disse que as coisas que vimos de manhã faziam parte de um filme de terror e que não eram verdade. Christie fez festinha com papai, ronronava em Fá. Eu subi no colo de minha mãe e só não escrevi outra carta naquele momento, pois o amor que sinto só poderia ser demostrado arrastando meu rosto no seu. Naquele exato momento tão feliz, concordei com uma coisa das que ouvi de manhã: gatos são mesmo apegados a casa. Minha casa é o colo da minha mãe.

Ass.: Borges, o gato – @borgesogato

Fanpage: https://www.facebook.com/borgesogato

Blog: http://borgesogato.com/

Escrevendo pra fora 3

Fãs,

Estou feliz! Mais um texto meu saiu em outro site. Mais uma vez foram as tias gatinhas da Amigo Não Se Compra que publicaram. É um texto novo que escrevi especialmente para lá, então seria legal se vocês pudessem entrar lá e comentar também, dizendo o que acharam e compartilhando o texto. O nome do meu texto é O BERRÔ QUE DEU A SOLIDÃO.

PARA LER O TEXTO, CLIQUE NO LINK ABAIXO:

http://site.amigonaosecompra.com.br/um-novo-ponto-de-vista-sobre-o-abandono/

Espero que gostem! Lambeijos

Escrevendo pra fora 2

Fãs,

Se vocês não conhecem, devem conhecer agora a ONG Adote Um Gatinho http://adoteumgatinho.uol.com.br as tias são chiques, já foram no Jô (http://www.youtube.com/watch?v=K-sCPea8JVQ), já apareceram no Jornal da Band (http://www.band.com.br/jornaldaband/videos.asp?v=7345f3b743c6d6f8a5c5012e62f7a1f7) e têm um livro que já li (http://borgesogato.com/2012/01/18/um-gato-sortudo/)

Fiquei muito honrado, pois me chamaram pra escrever um texto pra Fanpage delas e já teve muuuuitos curtir e compartilhar. Leia aqui: https://www.facebook.com/photo.php?fbid=10151055320551314&set=a.134700271313.118739.130323036313&type=1&theater

Dentre os comentários, muita gente elogiando, aplaudindo, vibrando… mas o que achei mais sensacional, com todo respeito aos fãs, foi esse aqui que uma tia que não conheço, chamada Andreia, fez ao compartilhar.


Primeiro que a tia Tábata diz que sou muito magrinho (poxa, era minha foto de criança, gente)! Depois a própria Andreia explica que estou pra adoção e que estou fazendo graça pra ser adotado, MARKETING PESSOAL. hahahaha. Épico! Ri muito aqui junto com mamãe, papai e Christie. Amei essas tias.

Se você não tem Face, vou colar o texto abaixo para vocês poderem ler na íntegra.

Lambeijos

A gatidade

Fãs e novos leitores,

Confesso: tenho um sério problema com a palavra humanidade. Tá bom, assumo, muito provavelmente isso acontece porque sou um gato e não existe a palavra gatidade. Mas é que a palavra humanidade e seus derivados têm uma arroganciazinha por trás dela. As pessoas dizem: “precisamos ser mais humanos” como se fosse um sinônimo de “precisamos ser melhores.” Ninguém diz: “precisamos ser mais gatos” ou “mais macacos” ou “mais pernilongos”. Um humanista é sinônimo de algo muito bom, alguém que quer o bem. Mas onde estão os gatistas, os cachorristas, os coelhistas e os porquistas? Por que entre infinitas espécies as pessoas querem construir um mundo onde o ser humano é o centro?

Tenho a certeza que quando olham pra nós, os humanos pensam com amor e inveja. E se alguns têm ódio, nada mais é que fruto dessa inveja. Nós gatos temos mais que um simples modo de viver, temos uma filosofia: comemos, dormimos, corremos, desfilamos, há beleza em tudo que fazemos, nosso andar é bonito, nosso olhar é bonito, nosso sono é bonito. E não temos pressa, não precisamos trabalhar, brincamos com a caça e tomamos banho com a própria língua. Então, muitos humanos, com inveja, inventaram histórias e mitos assustadores sobre nós.

Nossa relação com os humanos é tão diferente que, de nós, derivam ofensas e elogios. Se em português é ruim ser um gatuno, é muito bom ser uma gatinha. Num passado distante e com cheiro de múmia, vários humanos nos viam como deuses. Para que ficassem sozinhos no centro do mundo, começaram a falar que somos infiéis, que damos azar, que transmitimos doenças. Mas quem trai, destrói e causa guerras com milhares de mortos, não somos nós, né? Quem tem um gatinho ao seu lado sabe o quanto somos carinhosos e adoramos nos enroscar no colo, sabe o quanto enchemos a casa de sorte e sabe, também, que o que transmitimos de verdade é alegria.

Por isto, hoje, quero oficializar a palavra gatidade e quero que gatuno passe a ser uma palavra lotada de sentidos bons. Que a humanidade tenha mais gatidade e que os humanistas sejam mais gatunos. Que todas as pessoas passem a valorizar o sono, a hora de comer, de se espreguiçar e andem com calma e de forma mansa como se pisassem com almofadas. Que todo o preconceito com os gatos seja coisa de um passado distante e assustador que não existirá mais, a não ser nos livros antigos e de terror que toda a gatidade lerá de noite, em volta da fogueira, ao lado dos humanos, mas só para se distrair, pois na verdade se amarão, assim como se amarão todas as criaturas num mundo feliz pintado com cores de sonho.

Ass.: Borges, o gato

 

Escrevendo pra fora

Fãs, meus amados fãs,

Hoje estou muito feliz, pois escrevi meu primeiro texto pra fora. As tias do Amigo Não Se Compra me chamaram pra escrever pro site da ONG. Escrevi um texto sobre como era minha vida a.C. e d.C. – antes da Christie e depois da Christie. Recomendo a leitura e que vocês aproveitem que vão entrar no site e adotem um gatinho, por que não?

O TEXTO DE HOJE É ESSE, CLIQUEM AQUI E COMENTEM AQUI E LÁ, hehehe – http://site.amigonaosecompra.com.br/um-gatinho-e-bom-mas-dois-e-muito-melhor/

Ass.: Borges, o gato – @borgesogato

E pra quem não lembra, essa foi a primeira foto que tiramos juntos. Caramba, faz tanto tempo que nem existia foto colorida ainda.